sexta-feira, 18 de novembro de 2011

CAIXA LANÇA SELO PARA EMPREENDIMENTOS HABITACIONAIS SUSTENTÁVEIS

Isso ocorreu em 02 de junho de 2009, mas devido a sabe-se lá porque não foi muito divulgado, então resolvi reviver a ideia do Selo Azul. 


 
A Caixa Econômica Federal lançou um novo instrumento de classificação da sustentabilidade de projetos habitacionais. Trata-se do “Selo Casa Azul”, que qualificará projetos de empreendimentos dentro de critérios socioambientais, que priorizam a economia de recursos naturais e as práticas sociais. O Selo é o principal instrumento do Programa de Construção Sustentável do banco.
 
A ação fez parte das comemorações do Dia Internacional do Meio Ambiente, que contemplou também a assinatura de parceira com o Grupo Neoenergia, para a doação de aquecedores solares, lâmpadas e a substituição de geladeiras. O evento realizado no Teatro da CAIXA Cultural contou com as presenças da presidenta do banco, Maria Fernanda Ramos Coelho; do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e do presidente do Grupo Neoenergia, Marcelo Corrêa, entre outras autoridades.
 
Para a concessão do selo, a CAIXA analisará critérios agrupados em seis categorias: inserção urbana, projeto e conforto, eficiência energética, conservação de recursos materiais, uso racional da água e práticas sociais. “Nosso objetivo é incentivar a construção de moradias que no processo de edificação tenham respeitado o meio ambiente e ao mesmo tempo propiciem boas condições de conforto e salubridade para seus usuários”, destaca a presidenta do banco.
 
O ‘Selo Casa Azul’ será dividido nas classes ouro, prata e bronze, definidas pelo número de critérios atendidos. Para receber o ouro, o empreendimento deverá atender a, no mínimo, 24 das 46 condições. Receberão prata aqueles que atenderem a 19 critérios, e bronze os que apresentarem o cumprimento de, pelo menos, 14 critérios obrigatórios. “A partir de novembro deste ano, nós divulgaremos o “Guia do Proponente” e, em janeiro de 2010, vamos receber os projetos candidatos ao selo”, antecipa Maria Fernanda Ramos Coelho.
 
Economia e sustentabilidade
 
O convênio de cooperação técnica com o Grupo Neoenergia prevê a doação de aquecedores solares, lâmpadas e a substituição de geladeiras de famílias com renda de até três salários mínimos atendidas pelo ‘Programa Minha Casa Minha Vida’ nos estados da Bahia, Rio Grande do Norte e Pernambuco. Serão doadas lâmpadas fluorescentes compactas de 15W e 20W, geladeiras de baixo consumo de energia e sistemas termo solares para aquecer água. Todos os equipamentos distribuídos terão o Selo Procel/INMETRO de economia de energia.
 
Cada unidade habitacional receberá até cinco lâmpadas, para instalação na sala, quartos e cozinha. As regras para a doação de geladeiras são as já estabelecidas pela distribuidora de energia – usuários residenciais monofásicos moradores de bairros populares que tenham consumo médio mensal acima de 80 kWh, sendo uma substituição por moradia. Os aquecedores solares serão destinados a municípios em que haja maior demanda pelo uso do chuveiro elétrico e que sejam viáveis, de acordo com os parâmetros da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), no âmbito dos Programas de Eficiência Energética.
 
“Parcerias como essa contribuem para a promoção do desenvolvimento sustentável do país, pois evitam a criação de novas fontes provedoras de energia elétrica, como usinas hidrelétricas e termoelétricas e promovem a economia doméstica de energia, o que se traduz em benefícios econômicos, sociais e ambientais”, pontua Maria Fernanda Ramos Coelho.
 
O convênio prevê o monitoramento e a avaliação dos resultados e impactos das ações implementadas, bem como a realização de atividades educativas sobre eficiência energética e economia de energia. O acordo terá a duração de 36 meses e poderá ser prorrogado.
 
Essa iniciativa se soma a outras que buscam estimular a sustentabilidade das habitações, especialmente no “Programa Minha Casa Minha Vida”, como a implantação de aquecedores solares, de medidores individualizados de água e gás nos condomínios, e o uso de madeiras de origem legal.
 
Projeto Solar Brasil
 
A CAIXA também conta com parceiros internacionais para a promoção da sustentabilidade ambiental nas moradias construídas pelo “Minha Casa, Minha Vida”. O Governo Alemão, por meio da Agência Alemã de Cooperação Técnica GTZ, disponibilizará recursos da ordem de 1 milhão de euros para o Projeto Solar Brasil, que visa utilizar e disseminar sistemas de aquecedor solar como fonte alternativa para aquecimento de água.
 
Energia limpa
 
Pautada no princípio de Responsabilidade Sociambiental, a CAIXA já destinou para empreendimentos na área de energia limpa - usinas hidrelétricas, pequenas centrais hidrelétricas (PCH), centrais geradoras eólicas e bioenergia - recursos da ordem de R$ 1,5 bilhão. Desse total, R$ 375 milhões foram investidos em empreendimento de energia eólica, R$ 608 milhões em projetos de biomassa e R$ 515 milhões em PCH.
 
Especificamente em projetos de energia eólica, a CAIXA tem contratos com três parques no Ceará, nos municípios Acaraú e Beberibe, que juntos produzirão 99,3 MW de energia. Essa capacidade é suficiente para beneficiar cerca de 400 mil e gerar aproximadamente 500 empregos durante a construção.
 
Os empreendimentos - Central Geradora Eólica Praia do Morgado, Central Geradora Eólica Praias de Parajuru, Central Geradora Eólica Volta do Rio - são incentivados pelo Governo Federal por meio do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) e financiados pela CAIXA por meio de repasse de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Até o final de 2009, está prevista a contratação de mais R$ 800 milhões em empréstimos para dez novos parques eólicos.
 
Madeira Legal
 
Desde o início deste ano, a CAIXA exige a comprovação do uso de madeira legal por empresas do segmento imobiliário. A medida, que tem como objetivo contribuir  no combate ao desmatamento ilegal na Amazônia, consiste na apresentação, pelas construtoras, do Documento de Origem Florestal (DOF) das madeiras utilizadas nos novos contratos de financiamento de empreendimentos habitacionais. A instituição também solicita uma declaração constando o volume e a destinação dessas madeiras na obra.
 
No mês de junho, a CAIXA e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) realizarão palestras para as empresas do setor da construção civil em vários estados, com o objetivo de esclarecer as dúvidas sobre os procedimentos para obtenção do DOF. Também foi elaborado o Guia Ação Madeira Legal que será distribuído para os sindicatos das empresas de construção de todo o país.
 
Descarte correto
 
Outra ação do banco na área de preservação do meio ambiente que merece destaque é o descarte correto de equipamentos tecnológicos. O banco adotou algumas ações em parceria com empresas, que garante a venda e a reciclagem de produtos e o investimento dos recursos em projetos sociais. A Lexmark, fabricantes dos cartuchos de impressora, por exemplo, paga à CAIXA R$ 15 por unidade já utilizada. Os cartuchos coletados são enviados à OXIL Manufatura Reversa, que desmonta e recicla os componentes. Entre setembro de 2008 e maio de 2009, 20.263 cartuchos foram reciclados, o que garantiu o repasse de R$ 303.945,00 para ações sociais.
 
Todo ano, 25% do parque tecnológico do banco é substituído, o que significa a troca de 30 mil equipamentos. Depois de recicladas, estas máquinas são doadas para projetos de inclusão digital em todo o país. Quem coordena a ação é a ONG Moradia e Cidadania. A contratação de equipamentos de autoatendimento também seguiu critérios de eficiência energética. A empresa vencedora demonstrou economia de 5% de energia ao longo da vida útil do aparelho, o que representa economia em torno de R$ 15 milhões.
 
Outra ação desenvolvida para reduzir gastos foi batizada de “Ilhas de Impressão”. As impressoras foram agrupadas em locais de circulação dos empregados, e a média caiu de uma impressora para cinco empregados para um equipamento a serviço de até 30 pessoas. Esta é a média adotada mundialmente e gera, para a CAIXA, uma economia de R$ 20 milhões.
 
Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal
Tel. (61) 3206-8775 / 8543 / 9298 / 8022
 
Fonte: http://www1.caixa.gov.br/imprensa/imprensa_release.asp?codigo=6609833&tipo_noticia=3

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Pallets e caixas de fruta

É normal vermos em transportadoras ou em galpões pallets jogados e em fruteiras e afins caixas de frutas.
Já postei algumas cosas legas mais devido a pedidos estou escrevendo e colocando ideias tiradas de sites da internet.

Primeiro as caixas de frutas.....
Agora os pallets...






E mais uma cadeira feita com aquelas bobinas enormes de fiação....
Linda né!!!!


Bjs

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Para uma decoração mais sustentável

No post retrasado eu comentei sobre a materia de uma revista...então achei materiais agora sobre decoração que segue alguns preceitos sustentáveis e do ecodesign vale a pena dar uma lida....

Pneu reaproveitado

Vem de Belo Horizonte, MG, a idéia de reaproveitar pneus usados para dar forma à peça, que leva acabamento artesanal de fibra de taboa. A sustentação do assento fica por conta de tiras trançadas de pneus, recolhidos em borracharias locais. O trabalho das artesãs e irmãs Lúcia Rosalina de Paula e Luciana Rosalina Barbosa, da CWT Design, evita o acúmulo de pneus em aterros sanitários, dando vida nova ao material. Com 45 cm de altura e 55 cm de diâmetro, o pufe pesa 13 kg. Preço: R$ 450,00

Peças exclusivas


Com desenho elegante, a poltrona Saquarema do designer Carlos Motta utiliza peroba de demolição e cera de carnaúba. A peça é produzida artesanalmente com técnicas de marcenaria tradicional e o cliente pode levar o tecido que quiser para a confecção do estofado. Também produzida na versão com madeira sucupira. Preço: R$ 6.990 sem o estofado.

Uma floresta na sala

Criada pelo designer Paulo Alves, da Marcenaria São Paulo, a estante Floresta leva ipê-goiaba de demolição na estrutura dos “galhos” e mdf certificado nas prateleiras. Dimensões: 2,70 de comprimento, 1,80 de altura e ,40 m de profundidade. Preço: a partir de R$ 650, na Micasa.

Design assinado

Até o badalado designer francês Philippe Starck vem se rendendo aos encantos do ecodesign. Sua cadeira Icon, fabricada pela americana Emeco, é feita com 80% de alumínio reciclado. Empilhável, adquirida como cadeira ou banqueta, a peça mede 44 x 53 x 84 cm. Preço: sob consulta, na Forma.

Do lixo ao luxo

(vencedor do planeta casa 2006) As cascas de coco geradas pela indústria alimentícia são a matéria-prima da empresa alagoana Ekobe. Depois de processado mecanicamente, o material vira pastilhas, que são montadas em placas, lixadas, testadas e embaladas. Prontas, elas cobrem paredes e até pisos e também enfeitam bancadas de lavatórios, molduras e lareiras. Disponível em 13 tipos de diversas cores, em placas de 42 x 42 cm ou 42 x 84 cm, já impermeabilizadas. Preço: em média, R$ 300 o m²

Retalhos

A gaúcha Gueto encontrou uma nova função para a bola suíça, usada nas aulas de Pilates. Além de decorativa, a Philomena serve de assento. O revestimento é feito com retalhos de couro que são descartados em indústrias da região. À venda em três tamanhos: 55 cm, 65 cm e 75 cm de diâmetro. Preço: R$ 400 com 55 cm.

Plástico biodegradável

À base de amido de batata, a novidade da linha Organic da Coza é uma cesta organizadora composta por plástico 100% biodegradável. Embora conserve as mesmas características do plástico polipropileno, a peça, em contato com a terra, decompõe-se totalmente em 18 semanas. Em casa, são úteis na cozinha, na lavanderia e no quarto das crianças. À venda nas cores azul jeans, verde floresta e camurça, com ou sem tampa e em três tamanhos. Preço: a partir de R$ 15

Recicla Fácil 4 x 1

(vencedor do planeta casa 2007) Em polipropileno reciclado, a lixeira doméstica da Metalúrgica Nematec facilita a separação dos resíduos domésticos, já que segue o padrão de cores da coleta seletiva: vermelho (plásticos), azul (papéis), verde (vidros) e amarelo (metais). São quatro tampas (para o encaixe de sacos plásticos) e um espaço interno único que otimiza a distribuição dos resíduos. À venda nas cores branco, cinza e chumbo. Preço: R$ 89,00

Mandalas de papel

O trabalho dos 25 artesãos da Oficina de Artes Boracéa transforma jornal em mandalas que enfeitam paredes e funcionam até como tapetes. Com o apoio da designer Adriana Yazbek, os catadores de materiais recicláveis do albergue Boracéa, mantido pela prefeitura de São Paulo, ganhou força e adquiriu vida própria. As vendas aumentaram, os produtos foram aprimorados e hoje o grupo virou uma ONG. Graças à renda mensal gerada pelo artesanato, alguns moradores conseguiram até deixar o albergue. Preço: R$ 160 a mandala com 1 m de diâmetro.

Novos materiais

(vencedor do planeta casa 2006) Os cestos da linha Organic de produtos da Coza levam 30% menos de polipropileno graças ao investimento em pesquisa de material. Resultado desse trabalho, o Arbofill é obtido da mistura do plástico com lignina (resíduo da indústria de papel), fibras de sisal, linho e cânhamo. A aparência lembra a madeira, mas o produto é totalmente impermeável. A coleção conta ainda com um revisteiro e um conjunto de cozinha com prato, sousplat, centro de mesa e mesa auxiliar, além de utensílios para o banheiro. Preço: R$ 16,40 (vaso), R$ 12,40 (cachepô), R$ 6 (cremeira) e R$ 9 (prato quadrado).

Toalha de bambu

(vencedor do planeta casa 2006) Da Büettner, a toalha Bambu tem fios com 70% de algodão e 30% de fibra de bambu. Além de alta absorção, essa tecnologia permite que a propriedade bactericida do bambu deixe a toalha menos sujeita à ação do mofo. A mistura é resultado de quase dois anos de pesquisa para conseguir equilibra maciez, absorção e resistência. A decomposição do material não causa danos ao ambiente, pela ausência de materiais sintéticos, e sua produção conta com tratamento de efluentes, reúso da água descartada, além de plantio de eucalipto para alimentar suas caldeiras. À venda em quatro cores: branco, bege, verde e azul. Preço: R$ 35 (banho).

Saco de café reciclado

O tecido criado pela JRJ, Sac de Café, vem da reciclagem da juta utilizada originalmente na fabricação das embalagens de grãos de café. A fibra resistente e totalmente natural é cultivada em Belém do Pará sem o uso de agrotóxicos e com manejo sustentável que gera empregos na região. O tecido passa por lavagens especiais e tingimento nas cores grão de café, oliva e natural. Indicado para aplicações em paredes, almofadas, cortinas e estofados. Preço: a partir de R$ 70 o metro linear com 1,40 m de largura

Retalhos aproveitados

Cada tapete modelo Spaghetti da By Kamy, feito com sobras de cottom Lycra, evita que 6 kg de material terminem no lixo. Comprado pela empresa, as aparas de biquínis e lingerie chegam misturadas e, depois de separadas manualmente, são levadas para artesãos de uma favela em Guarulhos, que trabalham num galpão instalado pela loja com maquinário e teares manuais. Em diversos tamanhos e cores (que variam de acordo com as tendências da moda têxtil). Preço: R$ 325 o m² ou R$ 430 o m² no formato redondo.

Palha de trigo

No Vale do Rio do Peixe, meio-oeste de Santa Catarina, artesãos transformam palha de trigo na cesta Flores, desenvolvida pela Gueto Ecodesign, com apoio do Sebrae. O trabalho, que leva o nome de Tranças da Terra, resgata parte da história de imigrantes italianos e alemães, que costumavam usar as hastes do grão para criar objetos. A matéria-prima é renovável e a venda dos produtos ajuda a incrementar a renda de quem participa do projeto. À venda em dois tamanhos, com diâmetros de 12 cm e 30 cm. Preço: R$ 60 (tamanho grande), na Gueto Ecodesign

Caixinhas da floresta

Nas mãos das mulheres quilombolas de Oriximiná, PA, o ouriço da castanha-do-pará vira caixinhas especiais. O desenvolvimento do artesanato faz parte do projeto Artesanato do Quilombo, da Comissão Pró-Índio de São Paulo, que atua em diversas regiões do Brasil gerando renda para populações descendentes de escravos. As peças são exemplo de respeito à floresta e à cultura regional. Com o material, as artesãs criam também colares e pulseiras. Preço: R$ 15 a unidade

Menos consumo de energia

Licenciado pelo Greenpeace, o resfriador Ecobrisa EB20, da Viva, consome até 95% menos energia elétrica do que os condicionadores de ar convencionais. Sua tecnologia de resfriamento por evaporação da água não utiliza gases refrigerantes e evita a concentração de ácaros, odores e poluentes, já que o ar é constantemente renovado. A licença da ONG ambiental reconhece o produto como ecologicamente correto, desde a matéria-prima e o processo de fabricação até a embalagem e o conforto garantido com o consumo eficiente de energia. Preço: R$ 1.655

Sim, fogão a lenha!

(vencedor do planeta casa 2004) O design e o material que compõem este fogão a lenha – três tipos de aço - melhoram o aproveitamento do calor do fogo, agilizando o cozimento e diminuindo o gasto de madeira. Além disso, o Ecofogão é mais saudável que os fogões a lenha tradicionais, pois vem com uma chaminé acoplada, que leva a fumaça para o exterior da casa. O fogão foi pensado para atender a milhares de famílias que vivem na zona rural do país e que não têm acesso ao gás (de bujão ou de rua). Lançamento, o modelo mais novo vem com um forno, que pode ser embutido numa estrutura de alvenaria. À venda em diversas cores. Preço: R$ 165 o ecofogão mais simples e R$ 884 o modelo com forno.

Opção mais sustentável

(vencedor do planeta casa 2004) Substituir o ar-condicionado pelo ventilador de teto ou alterar o uso dos dois sistemas pode significar uma economia de 90% de energia. O ventilador Spirit 203 Led, criado pelo estúdio Índio da Costa Design, tem uma aerodinâmica que potencializa a economia de energia e proporciona uma maior vazão de vento. Em média, a performance é 30% maior que nos modelos tradicionais. A iluminação também reserva seus segredos. Os 12 leds (chips com emissores de luz) não geram raios ultravioleta e infravermelhos, o que evita a descoloração das obras de arte e de estofados. Em diversas cores. Preço: a partir de R$ 279, nas Lojas Americanas

Copos iluminados
Levar uma caneca cerâmica ou de plástico para o escritório é uma boa alternativa para reduzir o uso de copos plásticos descartáveis. Como essa prática ainda é pontual, o estúdio Superlimão criou a luminária Copólios, que reaproveita os copinhos descartados após o uso, dando-lhes nova função. A peça tem 60 cm de diâmetro e integra a linha de produtos feitos com materiais reaproveitados. Preço: sob consulta

Pára-choque reciclado

Do carro para a sua casa. O ABS reciclado, plástico usado nos pára-choques dos carros, é a matéria-prima para a cadeira Borra, criada pelo estúdio Superlimão. A cadeira leva o nome da linha de produtos desenvolvidos com o objetivo de reaproveitar diversos tipos de plásticos, aumentando a vida útil do material que vem de fontes não-renováveis (petróleo). Dimensões: 45 x 90 x 100 cm. Preço: R$ 3 mil

Resíduo de palmito

A matéria-prima da cadeira Nativa vem do tronco descartado no cultivo da palmeira pupunha, espécie amplamente utilizada na produção de palmito sustentável. O laminado é obtido a partir de ripas da planta, prensadas com resina de base vegetal. Na peça, as lâminas receberam revestimento em ipê e assento em tecido de juta. O compensado de pupunha é vendido em chapas estruturais e em lâminas. Preçodos produtos: sob consulta.

Design verde

O designer André Marx é especialista em móveis que utilizam madeira certificada. Suas peças, praticamente exclusivas, aliam design à preservação ambiental. A madeira é sempre valorizada e, por isso, empregada sem pigmentação. Uma de suas mais recentes criações é a cadeira Bi, em louro-chumbo e breu vermelho, provenientes de manejo sustentável. Dimensões: 40 x 40 x 100 cm. Preço: R$ 420

Persianas naturais

Da CWT Design, as persianas de fibras naturais são confeccionadas em tear manual com fibra de palmeira, junco e bananeira, que são lavadas e secam naturalmente ao sol. Em diferentes tamanhos e acabamentos e nos modelos rolô, romana ou trilho de correr, proporcionam luminosidade agradável nos mais variados ambientes. Preço: de R$ 80 a R$ 170 o m²

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Para uma construção mais sustentável

A revista Casa publicou em seu site alguns materiais e seus respectivos custos para fazer sua obra de uma maneira que fique um pouco menos agressiva para o bolso e para o meio ambiente.

Segue abaixo alguns destes materiais.

Madeira

As réguas plásticas vendidas pela Primamatéria têm aparência de madeira, mas são produzidas a partir de plástico reciclado, fibras vegetais e refugos industriais que vão da madeira às fraldas descartáveis. Resistentes, permitem vários usos: em decks, bancos para jardim, rodapé, borda de piscina, esquadrias, escadas, entre outros. Além de poupar as florestas, o produto dá vida nova a materiais condenados ao lixo. Preço: de R$ 10 a R$ 20, o metro da peça de 10 x 2,5 cm, dependendo do padrão e cor.

Tijolo ecológico

Composto de terra, cimento (de 5 a 12%) e água, o tijolo de solo-cimento é mais ecológico porque sua produção, através de prensagem hidráulica, ocorre sem a queima de madeira e o consumo de energia (presentes na fabricação dos tijolos cerâmicos convencionais). Além disso, esse tipo de tijolo é autotravado: o encaixe preciso requer apenas um filete de cola branca, dispensando a argamassa e gerando uma economia de até 50% no tempo de execução da obra. Sua aparência lisa permite também que o tijolo seja aplicado sem reboco, reduzindo ainda mais o consumo de material. Outra vantagem são os furos, que facilitam a passagem dos dutos elétricos e do sistema hidráulico. Na hora da compra, vale se certificar se o produto obedece às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e se a empresa ou as máquinas usadas contam com certificado de qualidade.Preço médio: R$ 310 (milheiro de 10 x 20 cm), R$ 450 (milheiro de 12,5 x 25 cm) e R$ 690 (milheiro de 15 x 30 cm)

Cortiça reciclada

Os painéis de cortiça da CWT Design são uma espécie de tecido vegetal que leva 70% de cortiça reciclada de rolhas e apenas 30% de cortiça extraída da casca do sobreiro com técnicas tradicionais que não envolvem o uso de herbicidas sintéticos e fertilizantes. Aplicado em paredes com cola branca ou de contato, o material ajuda no isolamento térmico e acústico. Disponível em painéis de 30 x 60 cm e com 7 tonalidades diferentes. Preço: de R$ 87,50 a R$ 137,50 o m²,

De tapume à parede

As placas estruturais de OSB (Oriented Strand Board) levam tiras de pínus de reflorestamento, unidas com resinas e prensadas sob altas temperaturas. Da Masisa, pode ser usada como parede, forro ou tapume e aceita tinta, reboco ou textura. Disponível em várias espessuras, de 6 a 35 mm. Preço: Na Ecoleo, a peça de 2,44 x 1,22 m com 18 mm vale R$ 55.

Textura de madeira

O diferencial da placa de MDF Masisa Nature, além da garantia de matéria-prima certificada pelo FSC, está no toque: prensado com tecnologia exclusiva, o MDF tem textura idêntica à madeira nas duas faces. Ideal para móveis e decoração, o Masisa Nature também é certificado pelo SCS (Scientific Certification Systems), que atesta que o produto leva subprodutos reciclados – no caso, sobras de pínus e eucalipto de reflorestamento. Outra vantagem é a baixa emissão de formaldeído, cujo nível cumpre os padrões classe E-1 estabelecidos por norma européia. Disponível nos padrões Fresno Claro, Fresno Oscuro, Fresno Blanco e Fresno Negro. Preço: R$ 203 a peça de 1,83 x 2,75 m, com 15 mm de espessura

Telha de fibra vegetal

As telhas da Onduline foram criadas na França e, importadas para o Brasil, fizeram tanto sucesso que hoje elas já são produzidas em terras tupiniquins. O produto substitui o amianto por fibras vegetais, impregnadas de betume e pigmentadas nas cores marrom, vermelha, preta e verde. A telha recebe ainda uma camada de resina especial que protege contra os raios ultravioleta, aumentando sua durabilidade. A garantia é de 15 anos. Dimensões: 2 x 0,95 m, com 3 mm de espessura. Preço: R$ 21,90 na Leroy Merlin

Cimento ecológico

Originalmente desenvolvido para uso em barragens e tubulações de grande porte, o cimento CPIII agora é utilizado em residências e tem uma versão ecológica. A diferença está na composição, que leva entre 35 e 70% de resíduos de altos fornos das siderúrgicas. Esse material, nocivo ao meio ambiente, fica inerte ao ser transformado em cimento e torna o processo de produção do cimento menos agressivo ao meio ambiente - especialmente no que diz respeito à emissão de CO2 para a atmosfera. Não bastasse isso, o CPIII oferece maior impermeabilidade, menor risco de rachaduras e durabilidade 40% superior à do cimento CPII (que tem secagem mais rápida). Preço: R$ 14,50 o saco de 50 kg, na C&C.

Tamburato Eucatex

(vencedor planeta casa 2007) Robustos, os painéis de 40 e 50 mm de espessura são compostos por favos de papel reciclado, prensados em duas camadas de madeira de reflorestamento 100% certificada, de 7 mm cada uma. Além de economizar madeira na fabricação, são mais leves, fáceis de transportar e têm bom desempenho acústico. Ideal para prateleiras, tampo de mesas, home theaters e móveis modulares. Vendido em painéis com 2,73 x 1,20 m, 2,73 x 0,95 m e 2,73 x 0,60 m, nos padrões cru ou revestido. Preço: de R$ 45 a R$ 60 o m² com 40 mm e de R$ 50 a R$ 68 o m² com 50 mm

Telhado vivo

(vencedor planeta casa 2007) Os telhados verdes melhoram o conforto térmico e acústico da construção, devolvem o verde às cidades, diminuem a velocidade de escoamento da água das chuvas e, por isso, ajudam a combater as enchentes. Além disso, são um bom remédio contra as ilhas de calor, comuns nas grandes metrópoles. A Ecotelhado é especialista nesse tipo de cobertura. Leve e fácil de instalar, o kit modular da empresa gaúcha proporciona um jardim na cobertura com todas as vantagens do telhado verde. Cada módulo, fabricado com uma mistura de pneu reciclado, restos de EVA e cimento, mede 68 x 35 cm, com altura de 7 cm. O kit já vem com as plantas crescidas, escolhidas após pesquisas botânicas. Com o trabalho de três pessoas, uma cobertura de 150 m² fica pronta em apenas um dia. Preço: a partir de R$ 75,00 o m².

Aerogerador Batuíra

(vencedor planeta casa 2007) Produzir energia a partir do vento significa eletricidade 100% sustentável. As turbinas eólicas da Altercoop Energia têm ainda a vantagem de substituir o poliuretano por fibras naturais (sisal, bucha vegetal e fibra de coco), materiais inofensivos à saúde dos trabalhadores nas fábricas. O sistema armazena energia em pequenos acumuladores, dispensando mudanças nas instalações elétricas das residências. Com potência de 1.000 watts, o Batuíra supre a demanda energética de uma família de quatro pessoas – em regiões com boa incidência de ventos. Preço: R$ 5.959,00

Iluminação high tech

A Mime é uma luminária de led que consome apenas 1 watt. Muito mais eficiente do que as lâmpadas, o led é um chip emissor de luz capaz de gerar uma economia de até 90% na iluminação, dependendo da utilização. Da linha Silver & Black, da Led Point, o modelo é indicado para ser embutido em forros de gesso, em nichos decorativos e para iluminar objetos de arte. Preço: R$ 149 a unidade.

Para todas as instalações

A linha Afumex, da Prysmian, oferece produtos livres de halogênios e chumbo (elementos químicos tóxicos e agressivos à natureza) nos compostos de isolação e cobertura dos cabos. Ideais para utilização em todos os tipos de instalações elétricas de baixa tensão. Preço: R$ 0,90 o metro do modelo Flex 750 V de 1,5 mm².

100% Reciclável

A fabricante Sil oferece cabos elétricos de cobre com alto grau de pureza e PVC, totalmente recicláveis. O modelo flexível Silnax Multipolar (2 x 2,5 mm²), indicado para instalações residenciais, comerciais e industriais, é vendido em rolos de 100m.

Tinta de PET

A Tintas Coral criou uma linha de tintas que levam garrafas PET na composição, contribuindo para reduzir o problema do descarte inadequado do material. Na foto, o esmalte Coralit acetinado Verde Atlantis (cód 7204), vendido em latas de 900 ml e galões de 3,6 litros. Preço: R$ 18 a lata de 900 ml e R$ 54 na embalagem de 3,6 litros (Império das Tintas).

Telha de Tetrapak

A Reciplac recicla caixinhas do tipo longa-vida para transformá-las em telhas de 2,20 x 0,92 m, com 77 mm de espessura. A composição é uma mistura dos materiais encontrados nesse tipo de embalagem: 75% de plástico, 23% de alumínio e 2% de fibras vegetais, prensados em alta temperatura e sem o uso de resinas. O resultado é um produto resistente, leve, fácil de transportar e que proporciona um isolamento térmico 30% superior ao oferecido pelas telhas de fibrocimento. Também encontrado na versão de chapas para divisórias, forros e tapumes, de 1,03 x 2,20 m. PreçoR$ 26,25 na cor branca e R$ 19,50 com revestimento de alumínio

Tinta de terra

À base de terra crua e totalmente atóxica, a tinta mineral Solum é produzida em 15 cores naturais que não desbotam com o passar do tempo. Ao contrário da maioria das tintas convencionais, ela não contém compostos orgânicos voláteis (COVs), substâncias derivadas do petróleo que prejudicam a qualidade do ambiente interno e a camada de ozônio. A Solum pode ser usada em fachada ou interiores, adere a vários tipos de superfícies e rende 1 m² por litro com duas demãos. Preço: R$ 160 o balde de 18 litros, na Primamatéria.

Mistura fina

Fabricado com materiais naturais como óleo de linhaça, farinha de madeira, resina, pedra de cal, juta e pigmentos naturais, o piso Marmoleum é indicado para áreas secas internas e também pode ser aplicado em paredes e rodapés. O produto é certificado pelo Ministério do Meio Ambiente da Áustria, uma das classificações ecológicas mais rigorosas da Europa. Disponível em várias cores. Preço: R$ 103 o m² instalado



Fonte: http://casa.abril.com.br/noticias/noticias_264171.shtml#36